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Cruzeiro
Polícia Civil cumpre mandados de busca na sede do Cruzeiro
Presidente Wagner Pires de Sá e vice de futebol Itair Machado são alguns dos alvos da operação. O clube já era investigado por suspeita de lavagem de dinheiro
Vladimir Vilaça/TV Globo
A Polícia Civil cumpre na manhã desta terça-feira (9) mandados de busca e apreensão na sede do Cruzeiro, no Barro Preto, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, e também na Toca da Raposa, centro de treinamento que fica na Região da Pampulha.

As buscas também acontecem nas casas do presidente do Cruzeiro Wagner Pires de Sá e do vice de futebol Itair Machado. A defesa deles ainda não se manifestou.

O atual bicampeão da Copa do Brasil é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro, uso de empresas de fachada e até pela venda de direitos de um menor de idade. A dívida do clube chega a R$ 500 milhões.

Em maio, a TV Globo teve acesso a documentos internos do clube que revelam transações irregulares e uso de empresas de fachada para ocultar crimes.

No fim de 2018, a Polícia Civil abriu inquérito para apurar irregularidades no clube e já ouviu 15 pessoas.


Wagner Pires de Sá

O presidente do Cruzeiro Esporte Clube, Wagner Pires de Sá, ainda é suspeito de participação em vazamentos de documentos sigilosos da Polícia Federal.

No dia 18 de junho, ele prestou depoimento sobre as investigações da Operação Escobar. Ela apura contratos de honorários com os advogados Carlos Alberto Arges Júnior e Ildeu da Cunha Pereira, que chegaram a ser presos no dia 5 de junho. A PF suspeita de lavagem de dinheiro e desvio do dinheiro para outros dirigentes do clube mineiro.

Após quase duas horas de depoimento na sede da PF, presidente do Cruzeiro foi questionado pela reportagem da TV Globo se o clube mantinha algum tipo de contrato com os advogados investigados.

"O Cruzeiro tem contrato com mais de mil advogados", respondeu Wagner Pires de Sá, disse ele na época.

A Operação Escobar é um desdobramento da Operação Capitu e prendeu dois advogados e dois servidores da Polícia Federal suspeitos de retirar documentos sigilosos do sistema da própria PF e vazar informações sobre as operações. São investigados os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa, obstrução de Justiça e violação de sigilo funcional.

Os advogados Carlos Alberto Arges Júnior e Ildeu da Cunha Pereira, que também é conselheiro nato do Cruzeiro, Marcio Antonio Camillozzi Marra, servidor da PF e conselheiro efetivo do Cruzeiro e Paulo de Oliveira Bessa, servidor da PF, foram presos no início deste mês.


Fonte: G1 MG
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