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Atlético
Após derrota na Libertadores, jogadores do Galo foram recebidos com protesto em Confins
Cerca de 15 atleticanos estiveram no Aeroporto de Confins para a manifestação depois da derrota alvinegra por 4 a 1 para o Cerro Porteño-PAR
Joao Vitor Marques
Jogadores do Atlético foram recebidos por volta no Aeroporto Internacional de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com protesto que contou com a participação de cerca de 15 torcedores por volta das 5h20 desta quinta-feira. As críticas se devem, especialmente, à goleada sofrida por 4 a 1 para o Cerro Porteño-PAR, no Paraguai, na noite dessa quarta.

O revés em “La Nueva Olla Azulgrana”, na capital Assunção, praticamente eliminou o Atlético já na fase de grupos da Copa Libertadores. Para avançar, o time alvinegro precisa vencer as duas partidas que restam, torcer para que o Nacional-PAR perca para o Cerro Porteño em casa e ainda tirar uma diferença no saldo, que atualmente é de seis gols.

No voo fretado de Assunção para BH, o clima entre jogadores e integrantes da diretoria, naturalmente, era de tristeza pelo resultado no Paraguai, especialmente pelo fato de o time ter saído na frente. O avião pousou em Minas Gerais por volta das 4h50. Nos 30 minutos seguintes, os jogadores passaram pelo processo legal de chegada ao Brasil após viagem internacional e esperaram sinalização positiva da segurança para que deixassem a área do free shop, que fica a poucos metros da saída para a área comum do aeroporto.

A fila foi puxada pelo meio-campista Cazares. Assim que avistaram os jogadores, os torcedores começaram os xingamentos e as críticas: “Ou joga por amor ou joga por terror”, era um dos cantos. O único elogiado por o meia-atacante Luan, que teve o nome gritado quando o elenco já havia entrado no ônibus para deixar o aeroporto. Nenhum atleta parou para falar com a imprensa ou com os atleticanos.

“O protesto é para ajudar, porque o time não faz nada. A torcida tem que cobrar. Ninguém cobra nada. Não tem lateral, não tem meio de campo, não tem atacante para fazer gol, não tem nada. Estou cansado disso. Não somos lixo. Somos sócios-torcedores, estamos em dia com o clube”, disse Warley Jesus, um dos que participou da manifestação.

Assim que passaram pela área do protesto, os jogadores do Atlético partiram no ônibus do clube rumo à Cidade do Galo, sob escolta policial. No aeroporto, seguranças e policiais militares foram responsáveis pela proteção dos atletas.

Agora, os jogadores do Atlético terão um dia de descanso após as horas turbulentas que viveram entre a noite dessa quarta-feira e a manhã desta quinta. Os treinos serão retomados nesta sexta, quando o time começa a se preparar para a partida de ida da final do Campeonato Mineiro.

Atlético e Cruzeiro se enfrentam neste domingo, no Mineirão, com mando celeste. O jogo está marcado para 16h.


Fonte: Superesportes
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