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COLUNISTA / Rogério Lúcio
Cruzeiro
Essa nossa obsessão pelo #6
Foto: Washington Alves/Ligth Press
Salve Nação Azul!

Esqueçam tudo do Brasileirão.
Esqueçam esse Cruzeiro tipo praia artificial: sem sal!

Todos falavam que não sobreviveríamos a Agosto, e o matamos.
Pois que venha Setembro adornado nessa nossa obsessão pelo número 6.

6 a 1.
6 de Sorín.
6 de Nonato.

6 de Egídio e de Diogo Barbosa.

Esses dois merecem uma resenha.

Ano passado Barbosa foi uma grata surpresa. Um cometa.
Eu me lembro de me referir a ele aqui nesse mesmo espaço como ‘daqueles peladeiros magrelinhos e canhotos que aparecem em todo canto para encher o saco da gente’.

Diogo entendeu muito rápido o que é ser cruzeirense.
E deve sentir saudades daqui, de desabafar no seu ‘Atura ou surta’.

Afinal as melhores lembranças de sua carreira até agora são com a camisa celeste em 2017, quando foi campeão da Copa do Brasil e teve em especial dois momentos no torneio:
- o pênalti bem batido na final
- o gol da classificação nas Quartas de Final

Gol da classificação contra esse mesmo Palmeiras que agora nos confronta.
Noutro ano.
Noutra fase.
Palmeiras de... Diogo Barbosa.
Que tinha como camisa 6 no ano passado o Egídio.
Que agora é o 6 de cá outra vez.

Egídio chegou aqui em 2013 vindo do Goiás e a torcida o recebeu cheio de desconfiança.
Pois a camisa e toda sua mística lhe caíram bem demais.
Quando a marcação naquele memorável Cruzeiro de 2013-14 descobriu como anular Ribeiro e Goulart, Mayke e Egídio entraram em ação.
Gidão se saiu bem demais no apoio e muita gente torceu o nariz quando ele saiu daqui numa ponte muito bem construída pelo esperto Alexandre Mattos, que o levou para a Ucrânia para em poucos meses aportar no Palmeiras.

Bateu a cabeça por lá como hoje bate o Barbosa.
Voltou para cá trocando o 6 de lá pelo meia-dúzia de cá.
E olhem o que aconteceu.
Gidão voltou melhor, marcando bem demais e se sagrando um dos grandes assistentes para gols do Cruzeiro no ano.

Gols raros no Brasileiro mas que mesmo escassos também na Copa do Brasil podem ser fatais.
Se bem que no Brasileirão eles agora cismaram de anular nossos tentos.
Temos que fazer 2 pra valer 1.
O Cruzeiro tem jogado bem fora de casa nos mata-matas, mas tem que ter olho bem aberto com o homem do apito.
Pelas palavras de Kfouri, ‘escolheram o Cruzeiro para prejudicar nesse ano’.

Se no Brasileirão já nos tomaram de 10 a 12 pontos no apito, na Copa do Brasil escolheram o tal de Reway pra apitar o jogo de ida.
Esse cara errou tanto no Brasileiro que foi pra geladeira.
E como presente, recebe de cara uma semifinal de Copa do Brasil.

Parece coisa armada, não é?
Bater tanto no Flamengo Filho da CBF pode ter refletido aí, nos roubos descarados contra nosso time.

Pelo menos dessa vez tem o VAR.
E tem o Dedé, de volta numa operação de resgate!

O duelo promete.
O endinheirado Palmeiras, pelo menos dessa vez bem arrumado pelo Felipão, contra o pragmatismo do Mano Menezes nos confrontos decisivos.
A imprensa paulista já coloca o Palestra de lá na final.

Então avante, Cruzeiro.
Especialmente pela esquerda de Gidão.
Que seja por lá a classificação.
Que seja por lá que avançaremos para mais essa final.
E busquemos assim nosso titulo de número... 6!
De novo contra tudo e todos!

Abraços a todos, saudações celestes, fiquem com Deus!
Até a próxima!

por Rogério Lúcio
Twitter: @rogeriolucio77



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