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COLUNISTA / Cristiano Quintão
Atlético
Perdemos para os que tremem
Galo devolveu de graça a Taça do Rural para o Azulado
Divulgação/Ilustração
E como diz o saudoso Chico Pinheiro, “é vida que segue”. Não fizemos o feijão com arroz e a consequência foi derrota e perca do título para a turma do vulgo Palestra Itália. A expulsão do Burro Otero foi primordial para que o Atlético se perdesse literalmente dentro das quatro linhas. O time não conseguiu atacar e tão pouco segurar a pressão dos azulados.

Perdido em campo
Passamos longe daquela boa atuação que empolgou a torcida no primeiro confronto da final. Descontrolado emocionalmente, o pastor Ricardo Oliveira não conseguiu passar sua experiência no futebol para os meninos do Galo. Faltou ele liderar o rebanho à sua volta e acalmar o time na hora em que mais precisava. Do Banco de reservas, o Thiago Larghi fez o que pode e não o culpo pela derrota. Ainda tentou buscar o gol alvinegro trocando algumas peças no segundo tempo, mas a bolinha nem cheirou a rede.

Antes da hora
É fato que achávamos que o título já estava ganho na semana passada, não por precipitação ou empolgação de torcedor, mas sim com base nas boas apresentações que o Atlético fez nos dois jogos contra o América e na primeira partida contra os Azulados. Porém, como futebol não é uma ciência exata, tudo se inverteu.

Fica sim
Mesmo com esse desastre contra o timinho azul, acredito que nosso interino tem todas as condições de dirigir o Galo no decorrer do ano. É hora de efetivar o moço e esquecer a hipótese de trazer um novo comandante. Trazer um novo técnico seria começar do zero.

Clássico no Mineirão
Analisando alguns comentários que li nas redes sociais sobre a questão de jogar no Mineirão, sou da seguinte opinião: Se formos “lá” apenas para fazermos os dois clássicos contra os azulados, então é preferível dar os 6 pontos para os azulados de uma vez, ao invés de passarmos vergonha.

Para jogarmos esses dois clássicos no Mineirão temos que fazer partidas anteriores lá para sentirmos o clima. Por mais que as dimensões do campo são as mesmas, o ambiente, o psicológico e a sensação são totalmente diferentes. Essas questões interferem em muito na atuação da equipe.

Enfrentar uma equipe que só ela já está acostumada a jogar naquele ambiente, os pesos não serão os mesmos.

Vida que segue
Agora é valorizar a Copa do Brasil, Sul Americana, e por fim jogar todas as fichas no tal Brasileirão 2018 que já começa no próximo domingo.

Saudações alvinegras sempre...

Cristiano Quintão
cristiano_uno@yahoo.com.br

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