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COLUNISTA / Rogério Lúcio
Cruzeiro
Eu printei!
Foto: Juarez Rodrigues/EM DA Press
Salve Nação Azul!

Celinho, meu caro amigo palmeirense!
Você se lembra do que me disse ao fim do jogo de ida?
Aquele 3x3 com um empate heroico do seu Palmeiras...

Acho que o calor da emoção lhe subiu à cabeça quando você chamou o meu Cruzeiro de timeco, dizendo que a vaga já era sua!
E me mandou printar!!!!

Eu printei nossa conversa, sim!
Deixei guardada para esse hora.
Printei por vários motivos que vou explicitar agora.

Primeiro: o meu Cruzeiro não é um timeco.
E não posso aceitar um torcedor de um time ‘grande pero rebaixado como o Palmeiras vir galhofar do meu Cruzeiro.
Grande é a Rússia, Celinho.
PORQUE O MEU CRUZEIRO É GIGANTE!

Você sabe que o seu coração fez besteira ao final daquele 3x3 ao se auto-proclamar semifinalista.
Bastava olhar a história para ver.
Pois se você se lembra de Paulo César falhando e Oséas metendo gol espírita em 98, eu me recordo é de Marcelo Ramos.
E de Nonato, de Palhinha.
Do Dida, Celinho!
Lembra?

E do Sorín!
Ontem, quando sem merecer o Palmeiras abriu o placar já no quarto final de jogo, vi meu lateral encarnar Sorín e anotar de cabeça, como centroavante, o tento que carimbou nossa passagem para a próxima fase e selou seu desembarque.

Amigo, aprenda: não dá para prognosticar nenhum jogo entre esses Palestras.
Tem muita história nesse meio.
Muito menos duvidar do meu Cruzeiro!

Meu Cruzeiro tem derrapado, sim.
Dentro e fora de campo.
Sigo sem entender a repentina desilusão com o Ábila.
Ontem, quando tomamos o gol, Mano deve ter se arrependido amargamente ao olhar para o banco e ver que só tinha o Raniel.

Mas o menino não se acanhou. Estava lá chateando a defesa verde quando saiu o gol de empate.
Carregou e prendeu a bola lá longe, no ataque, quando precisava ganhar segundos preciosos.
Atuou como um veterano.

Como o Murilo.
Que ontem barrou o Manoel e jogou muito, de novo, com sossego e classe.
Bom ver nossa base voltar a trazer alegria.
Alisson tocando o terror lá na frente.
Élber entendendo que futebol não se faz sozinho e sendo importante taticamente.

Ahhh, Celinho.
Eu quase fui embora desse texto sem lhe informar uma coisa.
Anteontem foi aniversário do Dirceu Lopes, o Príncipe da bola.
Ontem, de Nelinho.
Pouco peso, não é?
Só esses dois botam fogo na história inteira da turminha de lá.

Eram os deuses já conspirando a nosso favor.
A nos avisar que o melhor da árvore é esperar pela fruta amadurecer.
Porque quem morre de véspera é só o peru. E as galinhas!!!!

Por fim os saúdo, como bom palestrino: Avanti, meu Cruzeiro!

Abraços a todos.
Saudações celestes, fiquem com Deus!
Até a próxima!

por Rogério Lúcio
Twitter: @rogeriolucio77



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